quinta-feira, novembro 30, 2006
homenagem
Afinal o que importa não é a literatura nem a crítica de arte nem a câmara escura
Afinal o que
importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio
Afinal o que
importa não é ser novo e galante
- ele há tanta maneira de compor uma estante
Afinal o que
importa é não ter medo: fechar os olhos frente ao precipício
e cair verticalmente no vício
Não
é verdade rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola
Que afinal
o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim ainda há muita gente que come
Que afinal
o que importa é não ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo!
Que afinal
o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria, e lá fora – ah, lá fora!
– rir de tudo
No riso admirável
de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra

"A Pastelaria", Mário Cesariny
 
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segunda-feira, novembro 27, 2006
aonde pára o alerta...
O país vive em alerta. Uns dias laranja outros amarelo. Ainda não percebi porque é que os especialistas não escolheram uma tabela diferente para definir os alertas de inverno. É muito óbvio que o laranja, vermelho e amarelo remetem para altas temperaturas. E depois de ver o país arder todos os anos achamos mais que lógica esta associação. Mas no inverno? Quer dizer dão-se ao trabalho de inventariar todos os nomes de tufões, tornados, mega tempestades com nomes dignos de um asilo para cães abandonados, para que não se repita nenhum durante 25 ou 30 anos. Mas diferenciar escalas para inverno e verão é demasiado complicado. Defendo uma escala de azuis. Sendo que o azul bebé significaria apenas uma chuva molha-tolos… essa que não molha, não molha, mas acabamos ensopados e a achar que uma boa dose de sexo fornece o suficiente alerta amarelo para prevenir a pneumonia que se adivinha. E o roxo remeteria para o preocupante estado de hipotermia, uma espécie de ameaça de regresso à idade do gelo altamente ampliada pela comunicação social mas que, como sempre, apenas morrem dois senhores. Um que decidiu que aos 80 anos ainda tinha estofo para nadar no atlântico como forma de comemorar o novo ano, o dia mais frio dos últimos 33 anos. O outro assassinado pela mulher, um típico caso de violência doméstica, não fosse o homem ter sido encontrado esquartejado pelo Marão e o pirilau a fazer de nariz de um pequeno boneco de neve. Claramente um caso de insatisfação sexual após uma chuva molha-tolos.

Por outro lado o estado podia fazer negócio com esta coisa dos alertas. A ideia seria criar um serviço de telefonia móvel do género: queres receber em tempo real um alerta laranja? Envia um sms com as palavras ALERTA espaço LARANJA para o 3333 e abriga-te dos fortes ventos e chuvas a rondar os 115 mililitros por metro cúbico. Ou então ALERTA espaço AMARELO… e ALERTA espaço VERMELHO, AZUL BÉBÉ, AZUL COBALTO, AZUL ESTRELADO A PROMETER GEADA, AZUL VÊM AÍ OS EXTRATERRESTRES, AZUL NOCTURNO QUE PARECE NEGRO COM NORTADA INCLUÍDO, ROXO MUDA DE VESTIDO E PÕE O VERMELHO, ROXO QUEM É QUE MORREU…?

P.S. Alargado: eu sou dos que gostam de dizer mal por dizer mal. Não tem sentido dizer bem de coisas que estão mal e muito menos de coisas que estão bem. Para quê? Não sou o único… esse grande senhor que se chama Vasco e tem os apelidos Pulido Valente é provavelmente o guru deste movimento. O estado português é deficitário em muitos sectores, na maioria diria eu… é aquilo a que eu poderia chamar um à deriva trágico-cómico (uma falácia diriam alguns)… chamaria, disse eu, não fosse o caso de me descrever a mim próprio com essas palavras. O país tem problemas na saúde, na educação, na justiça, na defesa, no governo, no povo, em infra-estruturas sanitárias. Agora dizer que o problema das cheias é culpa do estado? Quer dizer, estas cheias põem-nos ao nível desse grande país terceiro-mundista chamado Alemanha, Polónia… blá blá blá! Senhores, os diferentes executivos (nacionais, locais e familiares) de portugal podiam fazer muitas coisas para melhorar o país que bem precisa. Agora, controlar o bobbys, Susanas, niños e os diferentes alertas é mais complicado. Quando daqui a uns milhares de anos o sol (ALERTA VERMELHO) se extinga (ALERTA NEGRO) e a terra se revista de um manto de gelo (ALERTA ROXO FIM DA HUMANIDADE) o nosso querido Vasco do pó provéns e ao pó voltarás várias vezes saltará na tumba feito velho mamute e gritará a culpa é do estado português.
 
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sexta-feira, novembro 24, 2006
O perigo mora ao lado
Retive na mente durante dias este post, na esperança de que tivesse dados mais seguros ou, pelo menos, um desfecho mais encorajador. Havia 50 por cento de possibilidades. E estas penderam para o lado da natureza, da fragilidade. O ex-espião russo Alexandre Litvinenko, hospitalizado depois de um alegado envenenamento, morreu Quinta-feira, anunciou o hospital de Londres onde estava a ser tratado.

O homem, recém-convertido ao Islão e próximo da causa da guerrilha da Tchetchénia , sem um único glóbulo branco, não resistiu a um cocktail de substâncias radioactivas ultra-raras. O caso parece confirmar os perigos de um modelo que já passou as fronteiras da totalidade admissível: a Rússia de Putin mergulhou mesmo no abuso, na oligarquia, no neo-czarismo. É alarmante o que se está a assistir naquelas bandas: banqueiros deportados para a Sibéria, jornalistas assassinadas e agora ex-KGB eliminados. Pensávamos que a Guerra Fria já teria acabado com este estado de absurdos; ora isso não parece ter acontecido, antes pelo contrário: a trilogia que acompanha a tradição do homo sapiens está mais viva que nunca: sexo, poder e dinheiro. Em nome de um mesmo fim: a perpetuação para lá da vontade democrática.
 
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terça-feira, novembro 21, 2006
getting further away
i wish i could eat the world like it was a chocolate chip cookie. i wish i could taste your brain before it was dead. i wish i could walk naked on mars and drink the moon. shaken, not stir. i'm sorry i had to wait three months untill i could listen to music again. I wish i've met the Marx brothers. give them my goodbye. i wish i had started a riot on your body. a revolution on your eyes. i wish i could murder your soul. lets dream i had a nightmare. Ah ah ah ah ah ah... lets dance, tomorrow i'm dead
 
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another day in paradise
insónia. falta-me a garrafa de whisky, o disco dos smiths e um corta-unhas para os dedos dos pés... que fazem quando nao conseguem dormir? i try i try... even if it lasts an hour. 2 ou mesmo 3. e já são 4 da manhã. que fazem quando o dia seguinte não é um sonho? senão o prolongar das voltas na cama atormentado pelo acordar cinzento do dia... e se os monstros não estão debaixo da cama?
 
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segunda-feira, novembro 20, 2006
I-dreams
A vida dos nossos dias está envenenada. Envenenada I say! E que veneno é esse? Expectativas. Altas expectativas. Todos queremos mais. Mais dinheiro, mais emprego, mais investimento, mais coisas, uma casa maior, um carro mais moderno, um telemóvel com asas, um i-pod com 350 gigas, uma mulher mais bonita, mais prémios, mais promoções, um cão maior que o do vizinho, um LCD com mais polegadas, mais juventude, mais reconhecimento, mais canais de TV, mais vitórias para o nosso clube, mais mais mais mais mais mais...... Vivemos numa sociedade que se alimenta de expectativas e que as considera necessidades fundamentais.

Esquecemo-nos de celebrar pequenas conquistas da vida, ou pormenores dos dias que correm. A chuva a bater na janela, dormir, ler um livro antigo ou aproveitar a lareira. O interessante é que as pessoas não são mais felizes. Antes estão mais stressadas, mais exigentes consigo e com os outros e mais deprimidas com as frustrações. Porque não conseguem ser magras como os modelos dos anúncios nem ter casas de luxo e férias na praia. Ligamos demais ao que vemos na televisão, aos outros ou à publicidade. As expectativas destruíram muito do velho prazer de viver e o mundo globalizado obriga-nos a andar mais depressa.

Descobri um site muito interessante. dull men club. Ou o clube dos homens cinzentos (maçadores, aborrecidos, chatos). Ser "dull" não significa ser desinteressante. Significa ser uma pessoa normal sem grandes aventuras e sem seguir os cânones impostos pelos media. Significa vestir de cinzento, comer sempre no mesmo restaurante, não sair de casa sem o guarda-chuva, escolher a segurança de não usar pontos de exclamação.

Ora, mesmo que não me identifique com eles, reconheço que este clube é um refúgio seguro para milhões de pessoas que estão fartos de ser "obrigados" a ter expectativas e comportamentos impostos pelo comercio, pelos media, pelos líderes de opinião e até pelos governos.

Abaixo as altas expectativas!
 
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Justiça
A banca tem exercido um papel único no Portugal pós-25 de Abril. Uma coisa é o Estado, na sua bondade teórica, consagrar na lei fundamental o direito à habitação. Outra coisa, é esse objectivo ser na prática assegurado pelos privados, nomeadamente pelas instituições bancárias.

O papel da banca no apoio às famílias portuguesas na realização de um desejo humano, como ter uma casa, não lhe confere contudo uma prerrogativa de oportunismo total. Ora, mais grave que os métodos ilegítimos para conseguir dos consumidores a maior margem de lucro possível dos empréstimos à habitação, é a banca considerar – aliás, como o fazem todas as corporações deste país – que a impunidade é eterna. E, nessa medida, é de louvar a atenção do Governo – nomeadamente o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro - e das associações de consumidores, que tocaram numa ferida do sistema financeiro, ainda que, mais cedo ou mais tarde, a banca vá buscar com outra mão o que lhe foi legitimamente retirado com uma.

As reacções da banca, protagonizadas pelo Dr. João Salgueiro, só confirmam aquilo que há muito pensávamos: é preciso acabar de vez com todas as formas de abuso dos direitos das pessoas. Não há almoços grátis, bem sabemos. Mas também não há «chulices» perenes.
 
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sexta-feira, novembro 17, 2006
Madame, Le Presidente
O primeiro passo é já passado. Ségoléne Royal venceu as «primárias presidenciais» do PS francês. Com uma margem bem sólida: 60,62 por cento dos votos.

De acordo com «Le Figaro», a mulher mais tele-perseguida na França nos últimos tempos, prepara-se para ocupar a cadeira de Jacques Chirac. Ou Nicolas Sarkozy – o candidato mais bem colocado a apresentar-se a escrutínio pelo centro-direita – desce à terra, ou o desfecho será inevitável. Ségoléne, que a «Paris-Match» ousou fotografar à revelia, em poses de praia, corre o risco de se tornar na primeira mulher a presidir os destinos da França. Aguardemos pelos sinais da UMP e de Sarkozy.
 
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Com a cabeça na bandeja

Em determindos momentos, quando ligo o televisor, o país revela-se em plano traçado. Culpa de quem? De todos. Dos eleitores, a começar, por se deixarem seduzir pela mediocridade e por maltratarem a memória, a sua própria herança captada dos acontecimentos. Dos que elegemos, pela vaidade de pensarem que são os maiores e nada fazerem, nos Armani que exibem, ou nos BM que conduzem (BM, sem W, claro, pois freudianamente o ego da futilidade os trai, levando-os a omitir a consoante final).

Estamos em boas mãos, não estamos? Quando dermos conta, já a cabeça de um povo estará decepada e mais não restará pensar que é possível começar de novo. E, é?
 
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quinta-feira, novembro 16, 2006
referendo
o meu post anterior era realmente mau. podia ser mauzinho apenas. mas não... era mau mau! faço aqui um referendo apra o apagar definitivamente do blog... digamos que como uma tomada de consciência contra os romances de cordel! votos a favor?
 
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Lisboa, em pés de barro
Maria José Nogueira Pinto cedeu aos impulsos do ego. Desde a história do rato Mickey e do namoro-ódio com Portas que Zézinha quer estar na linha da frente, de quase tudo o que seja causa da Direita. Não que se lhe reconheça a honestidade e a dedicação. Há quem a tenha em boa conta pelo trabalho à frente da Maternidade Alfredo da Costa. Na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, soube despertar uma instituição parada no tempo. Quarta-feira, parece que a sede de estar sempre na ribalta foi longe demais. Carmona Rodrigues não aguentou com este estilo de «rato da moralidade» e rompeu com o casamento de conveniência, em Lisboa.

Carrilho já veio a público reagir face à situação de instabilidade no executivo camarário. Afirmou ser preciso «tirar conclusões do caso». Alguém se lembra que Carrilho é vereador na maior autarquia do país? Já se esqueceram que Carrilho foi fazer queixinhas ao PS/Lisboa, pedindo que retirassem a confiança política a Nuno Gaioso Ribeiro – o número dois do PS, a seguir ao ex-ministro - que se limitou a acusar Manuel Maria Carrilho de ter na autarquia um comportamento político «irresponsável, ausente e displicente»?
 
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terça-feira, novembro 14, 2006
to be continued
aqui jaz um post que era realmente mau... que descanse em paz e jamais me atormente a consciência!
 
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segunda-feira, novembro 13, 2006
400
Segundo o JN o salário mínimo nacional passará a ser 400 euros em 2007. Não dá para grande coisa. Mas é uma evolução positiva.
 
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quinta-feira, novembro 09, 2006
Donald feio

Até os falcões se abatem! O homem-cérebro do pior presidente dos EUA dos últimos cem anos foi «eliminado», depois de se conhecerem os resultados do escrutínio que deu vitória aos Democratas. Que terá dito Bush a Deus, Quarta-feira, à noite? Refaço a pergunta: que terá Deus dito a Bush, Quarta-feira à noite? Coisa boa não terá sido...
 
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quarta-feira, novembro 08, 2006
4 vezes 4
Era o quarto a acontecer, naquela manhã de céu de cinza e ciprestes. Um a um, foram cravados os chumbos - não reparei no pormenor visual, nem quero conhecer os modos da arte, apenas senti na espinha os latejos dos chumbos, de um som audível até entre os descansados. Três deles, desconheço se eram homens ou mulheres. Eram apenas tábuas com seres humanos, a que a ciência atribui um termo técnico, demasiado oco, para o repetir. Chovia intensamente entre a entrada no espaço - sagrado, para uns, aniquilador, para todos – e o ritual dos últimos choros. Alguns eternos minutos de aguaceiros serviram para molhar as ruas com todos os nomes possíveis. Não dá para acreditar, não dá mesmo para perceber se «É assim?», ou «Assim é!, porque, numa análise pensada das coisas, «É, assim, é!». Depois da chuva passar e do acto de descida ao solo – também me distanciei -, quatro homens, funcionários de uma ordem rotineira, foram lavar as galochas pretas. Três fizeram-no na corrente da torneira, limpando a lama das solas. Pé esquerdo, e depois, pé direito. O quarto homem aproveitou a poça para demover os últimos pedaços de terra ensopada. Um dos funcionários, tinha uma camisa de flanela e peito magro. Apesar das modernices, deve cansar tapar com terra quatro caixões, numa só manhã de céu de cinza e ciprestes.

Moral dos factos: tudo o que acontece à nossa volta é solucionável perante o fim. Nem que esse fim seja tanto real como simbólico e nos tenha levado alguém.
 
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sexta-feira, novembro 03, 2006
Saudades

A propósito de um filme animado da sua vida, imagens deste homem apareceram num noticiário na televisão no outro dia. Ao vê-las apercebei-me que sinto um genuíno sentimento de saudade . Mesmo se nem sempre concordei com ele ou se nem sequer estive à sua beira fisicamente. Não sei se é por sempre ter tido um tratamento mediático de "santo" mas a verdade é que para mim, Papa, é João Paulo II.
 
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Los tomates

A imaginação é o limite, já sabíamos. E se nos contassem que cientistas espanhóis desenvolveram um legume (ou na acepção correcta, um fruto) de cor do céu limpo, geneticamente modificado. Tomates azuis, ora nem mais.

E agora, pergunto: se até já há tomates azuis, o que mais haverá a seguir?
Resta dizer, de acordo com os especialistas, a cor «aplicada» visa distingui-lo de um tomate normal. E o fruto azul tem proteínas não encontradas no tomate vulgar. A cor incomum do tomate foi desenvolvido pelos cientistas, para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal. O projecto foi desenvolvido pelo Instituto de Biología Molecular y Celular de Plantas (IBMCP), de Valença, Espanha.
 
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quinta-feira, novembro 02, 2006
Hoje

Uma plataforma petrolífera já não vagueia à deriva no Mar do Norte; um alpinista português, patrocinado por uma instituição bancária, morre no Tibete; trabalhadores da maior empresa do sector energético entram em greve, por causa de 5 mil euros; militares portugueses chegam ao Líbano; a Coreia do Norte já quer negociar sobre o nuclear; em Óbidos, começa o Festival do Chocolate; e o Sporting de Braga recebe o Slovan Liberec.

Vai um capuccino?
 
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